somos briosa

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Álbum de Fotografias - década de 70



1970 - 71 (5º lugar na 1º divisão)



Em pé: Rui Rodrigues, Artur, Alhinho, Gervásio, Feliz e Melo. À frente: Mário Campos, Manuel António, Serafim, Vítor Campos e Oliveira Duarte.




Em pé: Abrantes, Agostinho, Luís Eugénio, Artur, José Freixo e Pedrosa. À frente: Crispim, Fagundes, António Jorge, Vala e Serafim.




1971 - 72 (15º lugar, despromoção)



De pé: Gervásio, Marques, Carlos Alinho, Simões, Martinho e Melo. À frente: Vítor Gomes, Mário Campos, Raul Águas, Vítor Campos e Serafim.



De pé: Feliz, Alhinho, Simões, Gervásio, Marques e Melo. À frente: Mário Campos, Manuel António, Raul Águas, Vítor Campos e Serafim.


1972 - 73 (campeã nacional da 2ª divisão)



De pé: Cardoso, Simões, Belo, Pedrosa, Gregório, José Freixo, Martinho e Brasfemes. À frente: Mário Campos, António Jorge, Manuel António, Pinho, Gervásio, Vala, Melo, Vítor Campos e Costa.




Na época de 1972 - 73 a Académica começou por vencer a Zona Norte do Campeonato Nacional da 2ª divisão tendo, depois, disputado a final que venceu. De pé: Bacanhim, Martinho, José Freixo, Simões e Belo. À frente: Luís Eugénio, António Jorge, José Manuel, Oliveira Duarte e Serafim.


Equipa que disputou a final do Campeonato Nacional da 2ª divisão no dia 3 de Junho de 1973 no Estádio do Bonfim (Setúbal) sagrando-se Campeã Nacional após ter vencido o Olhanense (vencedor da Zona Sul) por 1 - 0. De pé: Melo, Gregório, Vala, Brasfemes, Belo, Simões, José Freixo, Gervásio e Cardoso. À frente: Martinho, António Jorge, Mário Campos, José Manuel, Manuel António, Vítor Campos e Oliveira Duarte.




Claque da Académica


A equipa de 1972 - 73 no Estádio da Luz com as faixas de campeões da 2ª divisão. De pé: Marques, João Moreno (Presidente da Académica), Cardoso, Simões, Vala, José Freixo, Gervásio, Melo, Belo, Valido, Fernando Vaz (treinador), Francisco Soares (médico), Luís Eugénio. À frente: Gregório, Vítor Campos, Manuel António, Mário Campos, José Manuel, Pinho, António Jorge, Oliveira Duarte e Serafim.



 1973 - 74 (10º lugar na 1ª divisão)



De pé: Bacanhim, Simões, Vítor Campos, José Freixo, Melo e Martinho. À frente: Gregório, Norton de Matos, Manuel António, Vala e Costa.

Plantel de 1973 - 74


Plantel de 1973 - 74





 1974 - 75 (14º lugar na 1ª divisão)


No início da época de 1974 - 75 a Seção de Futebol da Académica é extinta tendo sido substituída pelo Clube Académico de Coimbra (CAC).



De pé: Martinho, Araújo, José Freixo, Gervásio, Belo e Melo. À frente: Vítor Campos, Daniel, Vala, Rogério e Costa.




De pé: Cardoso, Belo, Brasfemes, Wilson, Gervásio e Araújo. À frente: Gregório, Pinho, Rogério, Vala e Costa.



1975 - 76  ( 11º lugar na 1ª divisão)



De pé: Brasfemes, Alhinho, Araújo, Gervásio e Hélder. À frente: Mário Campos, Joaquim Rocha, Gregório Freixo, Vala, Camilo e Costa.



De pé: José Freixo, Gervásio, Brasfemes, A. Alhinho, Araújo e Hélder. À frente: Mário Campos, Maia, Freitas, Vala e Gregório.



1976 - 77 (5º lugar na 1ª divisão)


De pé: Brasfemes, A. Alhinho, Rachão, Gervásio, Martinho e Hélder. À frente: José Freixo, Gregório, Joaquim Rocha, Rogério e Costa.




 1977 - 78 (8º lugar na 1ª divisão)



De pé: Hélder, Brasfemes, José Freixo, Gervásio, Gregório e Belo. À frente: Freitas, Joaquim, Rocha, Vala, Camilo e Costa.


1978 - 79 (15º lugar, despromoção)


De pé: Marrafa, Manafá, Brasfemes, Miguel, Vítor Manuel, Martinho e Juca (treinador). À frente: Gregório Freixo, Caetano, Aquiles, João Cavaleiro e Rogério.



De pé: Rui Rodrigues, Vítor Manuel, Gervásio, Brasfemes, Miguel e Hélder. À frente: Gregório, Nicolau, Freitas, Rogério e Martinho.



1979 - 80 (1º lugar da Zona Centro da 2ª divisão)


Em cima: Melo. Freitas, Viçoso, Brasfemes, Camilo e Marrafa. A meio: A. Gonçalves (massagista), Martinho, Vítor Manuel, Cardoso, Nicolau, Cavaleiro, José Manuel, Álvaro, Eldon, Pedro Gomes (treinador) e F. Avidago (director). Em baixo: Sérgio, Martinho II, Henrique, Aquiles, Araújo, Rogério Nobres e Gomes.


De pé: Marrafa, Cardoso, Álvaro, José Manuel, Redondo e Martinho. À frente: Nicolau, Henrique, Eldon, Aquiles e Rogério.


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Álbum de Fotografias - década de 60 (2ª parte)



 
1966 - 67 (2º lugar na 1ª divisão, Finalista da Taça de Portugal)



De pé: Mário Wilson (treinador), Maló, Marques, Curado, Gervásio, Celestino, Rui Rodrigues e Pascoal (massagista). À frente: Crispim, Ernesto, Artur Jorge, Vítor Campos e Rocha.



De pé: Maló, Marques, Gervásio, Celestino, Rui Rodrigues e Vieira Nunes. À frente: Rocha, Ernesto, Artur Jorge, Vítor Campos e Serafim.



Em pé: Brassard, Vieira Nunes, Toni, Rui Rodrigues, Marques, Celestino e Viegas. À frente: Crispim, Ernesto, Artur Jorge, Gervásio e Vítor Campos.



Em pé: Maló, Celestino, Marques, Curado, Vítor Campos e Rui Rodrigues. À frente: Crispim, Ernesto, Artur Jorge, Rocha e Serafim.
 

Equipa da Académica que defrontou o Vitória de Setúbal na final da Taça de Portugal em 9 de Julho de 1967, tendo perdido por 3 - 2 após dois prolongamentos: Rocha, Crispim, Marques, Vítor Campos, Celestino, Rui Rodrigues, Ernesto, Vieira Nunes, Artur Jorge, Toni e Maló.
 
 

Adeptos da Académica nas bancadas do Estádio Nacional durante a final contra o Vitória de Setúbal.
 

Primeiro golo da Académica (1 -0) marcado aos 5mn por Celestino na transformação de um livre directo.



A final de 1967 foi o desafio oficial mais longo da história do futebol português, 144 minutos: 90 minutos regulamentares, 1º prolongamento de 30 minutos e 2º prolongamento de 24 minutos que terminou no momento do 3º golo do Setúbal.

 Plantel de 1966 - 67 fotografado no Estádio Universitário


1967 - 68 (4º lugar na 1ª divisão)



De pé: Maló, Toni, Vieira Nunes, Rui Rodrigues Celestino e Marques. À frente: Crispim, Ernesto, Artur Jorge, Gervásio e Rocha.
 
 
 
 
1968 - 69 (6º lugar na 1º divisão, Finalista da Taça de Portugal)



De pé: Curado, Belo, Vieira Nunes, Gervásio, Rui Rodrigues e Viegas. À frente: Rocha, Manuel António, Artur Jorge, Vítor Campos e Peres.
 



Académica 4 - Ferroviários de Lourenço Marques 1, oitavos de final da Taça de Portugal (10/5/1969). De pé: Marques, Rui Rodrigues, Curado, Vieira Nunes, Belo e Viegas. À frente: Luís Eugénio, Mário Campos, Peres, Nene e Vítor Campos.


22 de Junho de 1969, o Estádio Nacional apresentava uma moldura humana impressionante para assistir à final da Taça de Portugal em que a Académica perdeu com o Benfica por 2 -1 após prolongamento.






A final transformou-se numa grande manifestação contra o regime.




As equipas da Académica e do Benfica perfiladas antes do início do jogo.

A equipa da Académica que alinhou no início da partida. Durante o tempo regulamentar Vítor Campos foi substituído pelo Rocha e no prolongamento Peres cedeu o lugar ao Serafim.





Sequencia do golo de Manuel António
 

No final do jogo dois grandes jogadores, Vítor Campos e Eusébio, com as camisolas trocadas.


1969 - 70 (10º lugar na 1ª divisão)



De pé: Maló, Artur, Alhinho, Belo, Araújo e Rocha. À frente: Mário Campos, Manuel António, Nene, Vitor Campos e Serafim.

De pé: Abrantes, Artur, Carlos Alhinho, Gervásio, Rui Rodrigues e Araújo. À frente: Mário Campos, Manuel António, José Manuel, Vítor Campos e Serafim.
 
 
De pé: Viegas, Rui Rodrigues, Curado, Carlos Alhinho, Belo e Araújo. À frente: Mário Campos, Manuel António, Nene, Artur e Gervásio.
 
 
 
Nota - As fotografias relativas à participação da Académica nas competições europeias farão parte de outra publicação. 
 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Que grande trapalhada!


 
 
A Académica vive momentos conturbados. Uma crise financeira grave, uma campanha de recolha de fundos que foi um insucesso, salários de jogadores, técnicos e funcionários que até ao princípio da semana estavam com dois e três meses de atraso, resultados desportivos nada animadores na perspectiva de um regresso, a curto prazo, à primeira liga, troca de acusações na praça pública entre a actual Direção e o ex – Presidente, etc.
Tudo isto é lamentável, confrangedor e, sobretudo, altamente desprestigiante para uma instituição secular cujo passado não merecia tamanha desfeita.
Mas, como se tudo isto não bastasse surgem, agora, dúvidas, interrogações e as mais diversas especulações em torno da venda do imóvel dos Arcos do Jardim, antiga sede do PROCAC.
Deixemos as especulações (são tantas!) e analisemos, apenas, os factos.  
Comecemos pelo episódio do mail da autoria de José Eduardo Simões que foi enviado, por volta das 19 horas do dia 16 de Novembro, aos membros do Conselho Académico.

 
O seu teor não pode, em rigor, ser considerado como uma proposta de aquisição do imóvel nem, muito menos, faz sentido dirigir a um órgão meramente consultivo uma proposta deste tipo. Quanto muito e com alguma benevolência, pode admitir-se que no meio de um texto longo e fastidioso é possível descortinar uma declaração de intenção de compra do imóvel dos Arcos do Jardim.
Neste particular esteve bem o Presidente da A.G. quando recusou pôr à discussão na Assembleia, que se realizou um par de horas mais tarde, uma proposta que formalmente não existia.
Entretanto, na segunda-feira, dia 19, José Eduardo Simões entregou na sede da Académica uma proposta formal para aquisição do imóvel oferecendo mais 50.000 euros que o valor da proposta aprovada na A.G. de sexta-feira.
Nestas circunstâncias qualquer cidadão, minimamente esclarecido, perguntará porque é que José Eduardo Simões apenas efectuou uma proposta formal 72 horas depois de a Assembleia Geral ter aprovado a venda do imóvel a um investidor “anónimo”, quando dispôs de cerca de um mês para o fazer? Não terá sido mais uma manobra de diversão para recuperar espaço mediático e criar um novo foco de instabilidade?
Por outro lado, da parte da Direção a transparência, lamentavelmente, esteve ausente deste processo.

 
Desde logo a metodologia utilizado foi, no mínimo, amadora e grosseira.
Mandava, pelo menos, o bom senso (que é coisa que parece não abundar para os lados do Bolão)  que as propostas tivessem sido entregues na Secretaria da Académica até uma data previamente definida (por exemplo a véspera da Assembleia Geral) em carta fechada com identificação do proponente.
Depois desconhece - se
1) se o preço inicialmente fixado pela Direção para a venda do imóvel, um milhão de euros, foi baseado numa avaliação imobiliária credível;
2) porque é que a Direção decidiu colocar à votação na A.G. uma proposta de venda do imóvel inferior em 300.000 euros ao valor previamente fixado;
3) se a Direção, como é usual em qualquer um que pretenda vender um imóvel, contactou alguma agência imobiliária visando colocá-lo no mercado.
Também, se estranha
1) porque é que sendo um negócio, aparentemente, muito apetecível para qualquer investidor só tenha surgido uma única proposta de compra;
2) porque que é que a identidade do comprador não foi divulgada pela direção acabando por ser revelada pelo Notícias de Coimbra;
3) porque é que a escritura da operação foi efectuada num ápice (poucas horas depois de terminar a Assembleia Geral num cartório em Tábua) o que, obviamente, pressupõe que todo o processo já estaria previamente preparado;
4)  porque é que no comunicado/resposta da Direção à proposta de José Eduardo Simões não foi dito de forma clara, objectiva e transparente, para conhecimento do interessado e, sobretudo, dos sócios, que o assunto estava encerrado porque a escritura publica de venda do imóvel já tinha sido efectuada no dia 17 de Dezembro.
Finalmente, "a cereja no topo do bolo"!
De acordo com a escritura publica de compra e venda do imóvel (ver imagem) os membros da Direção intervieram nesta escritura em representação da AAC/OAF “resultando tal qualidade e suficiência de poderes de uma ata da Assembleia Geral de dezasseis de Dezembro de dois mil e dezasseis”

 
 
Como é sabido uma acta de uma Assembleia Geral para ser válida tem de ser aprovada na Assembleia Geral seguinte ou, então, os sócios aprovam na própria Assembleia Geral um voto de confiança à Mesa para elaborar a acta o que dispensa a sua aprovação na A.G. subsequente. Ora nem uma coisa nem outra aconteceu, pelo que duvidamos da legalidade do documento apresentado pela Direção no cartório notarial.
Que grande trapalhada! Os sócios têm o direito, mas, também, têm o dever de exigirem uma Assembleia Geral Extraordinária para completo e cabal esclarecimento de todas estas questões, bastando, de acordo com o nº 4 do art.º 58 dos estatutos da AAC/OAF, um requerimento subscrito por, pelo menos, 50 sócios efectivos em pleno gozo dos seus direitos. 
 

 
Pode consultar o texto integral da escritura de venda emhttp://docdro.id/bEiZuLQ http://docdro.id/bEiZuLQ
 
 
 
 

 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Um caso de polícia!




Em 30 de Novembro de 2016 a Académica solicitou ao clube francês Lille o pagamento do mecanismo de solidariedade da FIFA referente à transferência do jogador Ederzito.
Em resposta datada de 5/12/2016 (imagem 1) o Lille informou a Académica que a quantia de 22.451,54 euros, correspondente ao mecanismo de solidariedade, tinha sido transferida em 26/09/2016 para uma conta bancária, cujo IBAN identifica, pertencente a um advogado que tinha apresentado uma procuração que lhe conferia plenos poderes para representar a Académica/OAF. Esta procuração é assinada pelo ex – Presidente da Académica com a data 1 de Julho de 2016 (imagem 2). Para sustentar a sua defesa o Lille juntou à sua resposta cópias da procuração e da nota da transferência bancária.




Imagem 1
 
 
 

Imagem 2
 
Este estranho episódio suscita, desde logo, algumas perguntas pertinentes.
Como é que José Eduardo Simões assina uma procuração em nome da Académica numa data em que já não é Presidente?
Como é que um advogado português, que não podia ignorar a situação de José Eduardo Simões, utiliza uma procuração assinada por alguém que não tinha poderes para o fazer e mesmo que os tivesse devia saber, por dever de ofício, que uma única assinatura não responsabiliza a SDUQ?
Porque é que a procuração não identifica as funções do seu subscritor?
Como foi possível o Lille, que não é propriamente um clube amador de bairro, ter efectuado a transferência bancária sem confirmar a legalidade da procuração?
Para onde foi o dinheiro?
Na verdade, estamos perante um verdadeiro caso de polícia...!
Por outro lado é legítimo perguntar porque é que a Direção da Académica só questionou o Lille em 30 de Novembro?
Ignorava a Direção este episódio que, agora, divulgou publicamente através de um comunicado datado de 19 de Dezembro?
Mas, esta história já era, mais ou menos conhecida, nalguns meios academistas e a existência desta procuração chegou, mesmo, a ser divulgada num post publicado em 30 de Agosto na página de facebook do sócio da Académica João Francisco Campos (imagem 3).

 

Imagem 3