somos briosa

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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Álbum de Fotografias - década de 40

 

 
 
 
1941- 42 (5º lugar na 1ª Divisão)


De pé: Vasco, Alberto Gomes, Mário Reis, Francisco Lopes, Lomba, Octaviano e Micael À frente: Mário Reis, Peseta, Armando, Nini e Lemos e César Machado.
 

 1942 - 43 (6º lugar na 1º Divisão)



De pé: Francisco Lopes, Vasco, Mário Reis, Lomba, Veloso e Octaviano. À frente: Micael, Alberto Gomes, Armando, Nana e Lemos.

1943 - 44 (9º lugar na 1ª Divisão)



De pé: Francisco Lopes, Vasco, Mário Reis, Faustino, Lomba e Octaviano. À frente: Micael, Alberto Gomes, Lemos, Nini, António Maria.






   1945 - 46 (10º lugar na 1ª Divisão)



De pé: Melo, Branco, Brás, Soares, Jacques, Jorge Santos, Alentisca e António Maria. À frente: Ângelo, Taborda, Garção, Nana, Bentes e Pascoal.



De pé: Jacques, Messias, Mário Reis, Branco, Brás, Joaquim João, Tito e António Maria. À frente: Melo, Costa Ramos, Azeredo, Garção, Nana e Bentes.

1946 - 47 (11º lugar na 1ª Divisão)

De pé: Jacques, António Maria, Brás, Lomba, Mário Reis, Eduardo Santos. Á frente: Micael, Azeredo, Garção, Nana e Bentes


De pé: Teles das Neves (dirigente), Szabo, Prates, Branco, Melo, Armando Sampaio, Oliveira, Azeredo, Jorge Santos e Mário Reis. À frente: Ataz, Pacheco Nobre, Garção, Emílio, Bentes e António Maria.

  1948 - 49 (Campeões Nacionais da 2ª Divisão)



Campeões Nacionais da 2ª divisão. De pé: Diogo, Brás, Branco, Castela, Azeredo e Capela. À frente: Pacheco Nobre, Alberto Gomes, Garção, Nana e Bentes.



Outra equipa da época de 1948 - 49
1949 - 50 (7º lugar na 1º Divisão)




De pé: Curado, Tito, Branco, Brás, Castela e Azeredo. À frente: Melo, Duarte, Macedo, Serra Coelho e Garção.





sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Álbum de Fotografias - década de 30

 
 


           1932 - 33



De pé: Abreu, Guerra, Portugal, Caseiro, Correia, Albano Paulo, Rui Cunha e Ladeira. À frente: Cristóvão, Veiga Pinto e Felipe dos Santos.
         1933 - 34
 
 

De pé: Abreu, Cristóvão Lima, Camarate, Ladeira, Tara, Albano Paulo, Catela, Pimenta, Rui Cunha e Isabelinha. À frente: Veiga Pinto, Mário Cunha, Diogo, Portugal e Vítor.
 
 

De pé: Filipe Santos, Abreu, Veiga Pinto, Albano Paulo, Ladeira, Portugal, Rui Cunha, Guerra e Carreira. À frente: Cristóvão Lima e Isabelinha

         1934 - 35 (8º e ultimo lugar na 1ª Liga)



Estreantes na 1ª Liga.
 De pé: Tibério, Rui Cunha, Faustino, Correia, Gago, Abreu, Portugal e José Maria Antunes. À frente: Pascoal, Cristóvão e Mário Cunha
         
         1936 - 37 (5º lugar na 1ª Liga)
 
 

De pé: Manuel da Costa, Portugal, Pacheco, Rui Cunha, Isabelinha, Tara, Nini, Mário Cunha e Faustino. Em baixo: José Maria Antunes, Tibério e Cristóvão Lima.

         1937 - 38 (6º lugar na 1ª Liga)

 
De pé: Caminé Nobre (Jornalista), Portugal, Isabelinha, Arnaldo Sampaio, Tibério, José Maria Antunes, Cristóvão e Guedes Pinto (treinador). À frente: Manuel Costa, Peseta, Alberto Gomes, Tara (ao meio), Nini, Octaviano

De pé: Carlos Freitas (dirigente), Álvaro, Abreu, Almeida, Teixeira, Tara, Portugal, Arnaldo Carneiro, José Maria Antunes, Tibério, Carlos Sousa (dirigente). À frente: Vítor, Manuel da Costa, Peseta, Alberto Gomes, Viriato e Octaviano.


Belenenses 5 - Académica 0, a 3 de Março de 1938 no Campo das Salésias (Lisboa) 

       
           1938 - 39 (5º lugar na 1ª Liga)
 

Equipa que derrotou o Benfica por 4 - 3 na final da Taça de Portugal disputada a 25 de Junho de 1939 no Campo das Salésias. De pé: Faustino, Abreu (não utilizado), Tibério, José Maria Antunes, Peseta (não utilizado), Octaviano, Portugal, Albano Paulo (treinador), César Machado e António Marques (massagista). À frente: Manuel da Costa, Alberto Gomes, Arnaldo Carneiro, Nini e Pimenta.
 




Taça de Portugal de 1939

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Orgulho! Os 10 clubes de futebol mais antigos do mundo


Os 10 clubes de futebol mais antigos do mundo




O futebol é, talvez, um dos desportos mais antigos do mundo e a sua história oficial começou a escrever-se em pleno século XIX, quando foram fundados os primeiros clubes. Muitos deles, ainda se encontram ativos e fazem parte das ligas de futebol mais importantes, ao passo que outros ficaram pelo caminho e já só resta a memória de um passado mais ou menos glorioso. Conheça os 10 clubes de futebol mais antigos do mundo e saiba um pouco mais acerca da sua história.

1. Sheffield Football Club




O Sheffield Football Club é o clube de futebol mais antigo do mundo de acordo com a Federação Internacional de Futebol (FIFA). A sua fundação remonta a 24 de Outubro de 1857, em Sheffield, Inglaterra, e nasceu das ideias de dois amigos (William Prest e Nathaniel Creswick) que, na altura, eram praticantes de críquete. Os dois jogadores pretendiam encontrar um desporto que pudessem praticar durante a estação do inverno e a escolha recaiu sobre o futebol.
Atualmente, o Sheffield F.C. é quase um clube amador, joga no Stadium of Bright e milita numa das divisões mais baixas do futebol inglês.

2. Notts County Football Club



O Notts County Football Club nasceu a 28 de Novembro de 1862, em Nottingham, Inglaterra. Foi um dos 12 clubes a fundar a Liga Inglesa e deve a sua criação a W. Arkwright e Chas Deakin, que decidiram fundar o seu próprio clube de futebol profissional quando jogavam à bola entre amigos nos jardins de Cremorne.
Atualmente, o clube ainda se mantém como profissional, apesar de ter deixado a Premier League na temporada de 1981/82. Também é de destacar que o seu uniforme “alvinegro” inspirou o atual equipamento dos italianos da Juventus. 
 

3. Rangers Football Club



O Rangers Football Club é um clube de futebol da cidade de Glasgow, na Escócia. Eles ficaram conhecidos como Glasgow Rangers, mas, no ano de 2012, devido ao acumular de dívidas, o clube passou a chamar-se de Rangers F.C. e teve de baixar à quarta divisão do futebol escocês.
Em todo o caso, trata-se do terceiro clube mais antigo do mundo, uma vez que foi fundado a 25 de Maio de 1873 por quatros amigos: Peter Campbell, Moses Mcneil, Peter McNeil e William McBeath.

4. Aston Villa Football Club




O Aston Villa Football Club é um dos clubes mais antigos do mundo, uma vez que foi fundado em Março de 1874, em Birmingham, Inglaterra. “The Villans”, também conhecidos como “The Lions”, já venceram a Premier League e a Taça de Inglaterra por sete ocasiões e são um dos clubes mais respeitados do velho continente. Atualmente, eles jogam no Villa Park Stadium e protagonizam um dos clássicos do futebol europeu mais empolgantes contra o Birmingham City Football Club.

5. Everton Football Club




O Everton Football Club foi fundado em 1878, na cidade de Liverpool, Inglaterra. A sua criação nasceu da necessidade de oferecer aos fiéis da Igreja Metodista de Santo Domingo uma atividade desportiva alternativa ao críquete que se pudesse praticar durante o inverno. Por isso mesmo, o clube foi chamado de Santo Domingo, antes de receber oficialmente o nome de Everton Football Club.
Na sua história, o clube conta com nove títulos de campeão da Premier League, cinco Taças de Inglaterra e uma Taça europeia. Além disso, é o clube que mais vezes participou na Premier League e que mais ponto conseguiu somar.

6. Manchester United Football Club




O Manchester United Football Club é, atualmente, um dos gigantes do futebol mundial e um dos clubes mais ricos do mundo. Os “devils” nasceram a 1 de Janeiro de 1878, como um clube de operários do depósito da Lancashire and Yorkshire Railway, no distrito de Newton Heath, sendo apelidado de Newton Heath L&YR Football Club. Em 1902, o clube quase que abriu falência e acabou por ser vendido a um empresário do ramo da cerveja, recebendo o nome atual.
No seu palmarés, conta com 19 títulos de campeão da Premier League, 11 Taças de Inglaterra, 19 Supertaças inglesas, cinco títulos europeus e dois intercontinentais. Neste momento, disputa as atenções da Europa contra equipas como o Barcelona F.C, AC Milan e Real Madrid FC.

7. Tottenham Hotspur F.C.




O Tottenham Hotspur F.C. é um clube de futebol inglês que foi fundado a 5 de Setembro de 1882. O clube tem sede no bairro de Tottenham, no norte de Londres, e rivaliza diretamente com o Arsenal, Chelsea e West Ham United. Eles são conhecidos como spurs (esporas), uma vez que a sua mascote é um galo e são um dos clubes mais fortes de Inglaterra. Já venceram 2 Ligas inglesas, 8 Taças de Inglaterra, 4 Taças da Liga, 2 Europa League, 1 Taça das Taças, entre outros troféus importantes e estão prontos a regressar às conquistas!

8. Associação Académica de Coimbra



A Associação Académica de Coimbra – Organismo Autónomo de Futebol (AAC–OAF), conhecida apenas como Académica de Coimbra, é o clube de futebol mais antigo de Portugal e da Península Ibérica, uma vez que a sua data de fundação remonta a 3 de Novembro de 1887. A Briosa ou o clube dos estudantes, como é carinhosamente conhecido, transportou em campo a aura e os valores da Academia Coimbrã e, à conta disso, recolheram a simpatia dos adeptos de futebol de toda a parte. No seu palmarés, destacam-se as 2 Taças de Portugal e os 5 títulos de campeão da Segunda Divisão.

9. HFC Haarlem



O HFC Haarlem  foi fundado a 1 de Outubro de 1889, na cidade de Haarlem, na Holanda. Trata-se de um clube que conquistou um título de campeão holandês e chegou por cinco vezes à Final da Taça da Holanda. Mais tarde, devido a dificuldades financeiras, declarou falência a 25 de Janeiro de 2010, sendo excluído da categoria de futebol profissional.

10. Futebol Clube do Porto



Futebol Clube do Porto é um clube de futebol português que foi fundado a 28 de Setembro de 1893 por António Nicolau d'Almeida. Trata-se de um dos maiores clubes de Portugal e da Europa e uma das imagens de marca da região onde se encontra: cidade do Porto. É um clube com várias modalidades, mas é no futebol que mais se notabiliza. Nesta modalidade, já conquistou, praticamente, tudo o que havia para conquistar: Liga Portuguesa, Taça de Portugal, Supertaça, Taça Intercontinental, Liga dos Campeões, Liga Europa, Supertaça Europeia, entre outros troféus de igual importância e está, sempre, pronto a conquistar mais títulos.

 

 Artigo transcrito de
http://dribles.com/artigos/10-clubes-futebol-mais-antigos-mundo
 


 

 

 

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Álbum de Fotografias - antes de 1930

 
 


          1911


 Primeira fotografia conhecida de uma equipa de futebol da Académica.

         1912



Uma equipa de 1912


              1913

 Equipa da Académica que derrotou o F.C. Porto na final da Taça Monteiro da Costa tornando-se Campeã do Norte



                 1923
 
 

De pé: Francisco Ferreira, Daniel, José Afonso, Guedes Pinto, Esquível, Ribeiro da Costa e Gil Vicente. À frente: Miguel, Prudêncio, Galante e João Ferreira. 

     1925 - 26



Equipa de 1925 - 26



         1927 - 28



De pé: Frazão, Mário Monteiro, Albano Paulo, Armando Sampaio, Curado, e Trindade. À frente: Guerra, Lopes da Costa, João Lopes, Ladeira e Faria.


                1929




Saias, Rui Cunha, Curado, Mário Monteiro, Armado Sampaio, Romariz, Albano Paulo, Patrício, Gabriel da Fonseca, Guerra, Corte Real, Frazão e Faria

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Alienar património é a solução?




 
Não é novidade para ninguém que a Académica/OAF atravessa uma situação financeira muito delicada. Não é novidade hoje, como já não era a 12 Junho quando a actual direção tomou posse.
Independentemente das (muitas) responsabilidades que têm de ser imputadas à anterior direção, independentemente dos eventuais “esqueletos no armário” que esta direção possa ter encontrado, é absolutamente incontornável que as repercussões financeiras da despromoção à 2º Liga, traduzidas por uma diminuição de 3,5 milhões a 4 milhões de euros nas receitas anuais, são, só por si, suficientemente gravosas para gerarem uma situação financeira dramática. 
A intervenção que o Presidente da Direção fez na última Assembleia Geral em que lançou graves acusações à gestão anterior pecou, em nossa opinião, por não ter sido sustentada nos resultados de uma auditoria externa e por não ter apresentado um plano para a recuperação financeira da instituição.
As suspeições que, ao longo dos últimos anos, se lançaram sobre anteriores actos de gestão exigiam, para o cabal esclarecimento da actual situação financeira e das suas causas, que se tivesse realizado uma auditoria externa. Os resultados desta auditoria teriam desfeito as dúvidas que, eventualmente, pudessem existir e, sobretudo, teriam sustentado e credibilizado as acusações feitas. Não existindo resultados de uma auditoria todas as especulações são legítimas!
Se a não realização de uma auditoria se pode (?) justificar por dificuldades financeiras (uma auditoria custa dinheiro, mas não o valor que tem sido propalado) dificilmente se compreende e aceita a ausência de um plano de recuperação financeira. Se, por acaso, existe os sócios desconhecem e dele deviam ter conhecimento, porque não basta serem, apenas, confrontados com pedidos de autorização para alienação do património da instituição.
Falhado o negócio da venda do passe do Pedro Nuno, a Direção solicitou autorização para efectuar uma operação financeira denominada leaseback sobre Academia Briosa XXI, que foi concedida na Assembleia Geral realizada no passado dia 23 de Setembro.  Na altura os espíritos menos optimistas duvidaram e questionaram sobre a  exequibilidade desta operação, argumentando que a Académica apenas é proprietária do edificado já que os direitos sobre os terrenos cessam ao fim de 50 anos.
No entanto, na opinião da Direção, esta objeção não teria fundamento, porque a operação estava bem encaminhada e, apenas, faltaria a autorização da Assembleia Geral para se poder concretizar.
Afinal, como era previsível, a operação não foi autorizada pela instituição bancária envolvida no negócio e por isso a Direção solicitou a convocação de uma nova Assembleia Geral Extraordinária, que está marcada para o próximo dia 11, cujo objectivo primordial é “Analisar, discutir e votar a proposta da Direção para que lhe seja concedida autorização para a alienação ou oneração de bens imóveis”.
Falhado o negócio da Academia a Direção pretende, agora, alienar, em condições ainda não conhecidas, o edifício da antiga sede do C.A.C. localizado nos Arcos do Jardim, o único património da instituição disponível para este tipo de operações dada a hipoteca do Pavilhão Jorge Anjinho e as condicionantes que impedem a alienação da Academia.
Sem um plano de recuperação financeira a Direção limita-se a alienar património para resolver problemas de gestão corrente.
Mas, se a venda do edifício dos Arcos do Jardim for concretizada, esgota-se o património susceptível de ser alienado. E quando acabar a verba (700.000? 900.000 euros?) resultante desta venda, qual será o passo seguinte?
A Direção tem o dever de responder a esta pergunta e os os sócios têm o direito de exigir, na próxima Assembleia Geral, uma resposta clara, objectiva e inequívoca! Até porque o equilíbrio da situação financeira da Académica passa, indubitavelmente, pelo regresso à primeira liga e este objectivo está, a curto prazo, cada vez mais longe!

 

 

E quando acabar o património vendável e esgotado o dinheiro das vendas, qual será a opção que se seguirá? Entregar a instituição a uma Comissão de Gestão? Constituir uma SAD? Fechar a porta? E quando acabar o património vendável e esgotado o dinheiro das vendas, qual será a opção que se seguirá? Entregar a instituição a uma Comissão de Gestão? Constituir uma SAD? Fechar a porta?

 

 


 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

In Memoriam

 

 
 Mário Wilson nasceu no Maputo (ex - Lourenço Marques) em 17 de Outubro de 1929. Após ter representado o Desportivo de Lourenço Marques (1948-49) e o Sporting Clube de Portugal (1949 – 51), estreou-se com a camisola da Académica em 7 de Outubro de 1951 num jogo contra o Benfica. Representou ininterruptamente a Briosa durante 12 épocas tendo realizado 281 jogos, dos quais 207 como capitão de equipa. Efectuou o último jogo com a camisola da Académica em 7 de Abril de 1963 defrontando o Barreirense, entretanto tinha-se licenciado em Geologia na Universidade de Coimbra. 
Foi treinador da Académica durante sete épocas (1964-65 a 68-69 e 1980-81 a 82-83), tendo orientado a equipa em 237 jogos, o que lhe confere o estatuto de  treinador com mais jogos no banco da Académica. Como treinador da Briosa foi em 1966-67 Vice- Campeão Nacional (2º lugar a um ponto do Benfica) e na mesma época finalista vencido da Taça de Portugal. Na época de 1968-69 orientou a equipa da Académica na eliminatória contra o Olympique de Lyon., que constituiu a estreia da Briosa nas competições europeias.
Figura impar e incontornável da história da Académica e do futebol português, totalizando 548 jogos como treinador na primeira divisão, numa entrevista ao Jornal i publicada em 19 de Fevereiro de 2011 afirmou: ”A Associação Académica de Coimbra é uma coisa fantástica. Uma experiencia de vida extraordinária, cheia de valores individuais cativantes e brilhantes”.
Mário Wilson foi, indiscutivelmente, uma das personalidades mais marcantes do futebol português nos últimos 50 anos.



O célebre "canelão": estreia com a camisola da Académica em 7 de Outubro de 1951

 
Época de 1954-55
 
Época de 1955-56
 
 
Jogo contra o Belenenses (18 de Setembro de 1955)

 
Época de 1955-56
 
 
Época de 1956-57
 
Época de 1957-58
 
Época de 1958-59
 
 
Época de 1960-61
 
Época de 1961-62
 
 
Época de 1962-63
 
 
Treinador a partir da época de 1964-65
  


Equipa vice-campeã nacional na época de 1966-67
 
Equipa  finalista da Taça de Portugal (9 de Julho de 1967)
 
 
Biografia de Mário Wilson apresentada em 2012
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Quo vadis Académica?



A Académica vive um momento crítico no plano desportivo e financeiro a que se juntou um período eleitoral que tem tanto de exotérico e burlesco como de preocupante.
Termina hoje o prazo para a apresentação de candidaturas ao próximo acto eleitoral e, concomitantemente, acaba a “noite das facas longas” iniciada na primeira semana de Novembro de 2015. Recorde-se que no final de Outubro tinha sido entregue ao Presidente da A.G. um requerimento que solicitava a convocação de uma A.G. Extraordinária para a destituição da direção que dias mais tarde foi retirado por alguns dos subscritores com a anuência do Presidente da A.G., sendo que outros, entre os quais o primeiro subscritor, discordaram publicamente dessa decisão.
Seguiu-se, durante meses, um processo kafkiano que acabou por gerar a única lista candidata a todos os órgãos sociais, que constitui o produto final de uma série de desavenças, traições, vinganças e cisões que ocorreram durante a “noite das facas longas”.
Uma lista que surge liderada pelo mais improvável, menos experiente e pouco ou nada interventivo na vida da Académica de todos os putativos candidatos e composta por elementos que carecem de experiencia, afirmação e maturidade.
O que pensa e o que pretende para a Académica o candidato a Presidente da Direção? Qual projecto a curto e médio prazo? Que fontes de financiamento tem asseguradas? Como tenciona resolver o problema de liquidez que se coloca no imediato? Como vai colmatar a redução significativa das receitas? Que dependências existem em relação a alguns empresários? Estas são algumas das perguntas que exigem, da parte de quem se propõe dirigir os destinos da Académica, respostas claras, inequívocas e transparentes!
Num momento em que era indispensável união e solidariedade entre todos para ultrapassar a difícil situação em que nos encontramos prevaleceram, em detrimento da Académica, o sectarismo e os narcisismos pessoais.
Quo vadis Académica!