somos briosa

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

In Memoriam

 

 
 Mário Wilson nasceu no Maputo (ex - Lourenço Marques) em 17 de Outubro de 1929. Após ter representado o Desportivo de Lourenço Marques (1948-49) e o Sporting Clube de Portugal (1949 – 51), estreou-se com a camisola da Académica em 7 de Outubro de 1951 num jogo contra o Benfica. Representou ininterruptamente a Briosa durante 12 épocas tendo realizado 281 jogos, dos quais 207 como capitão de equipa. Efectuou o último jogo com a camisola da Académica em 7 de Abril de 1963 defrontando o Barreirense, entretanto tinha-se licenciado em Geologia na Universidade de Coimbra. 
Foi treinador da Académica durante sete épocas (1964-65 a 68-69 e 1980-81 a 82-83), tendo orientado a equipa em 237 jogos, o que lhe confere o estatuto de  treinador com mais jogos no banco da Académica. Como treinador da Briosa foi em 1966-67 Vice- Campeão Nacional (2º lugar a um ponto do Benfica) e na mesma época finalista vencido da Taça de Portugal. Na época de 1968-69 orientou a equipa da Académica na eliminatória contra o Olympique de Lyon., que constituiu a estreia da Briosa nas competições europeias.
Figura impar e incontornável da história da Académica e do futebol português, totalizando 548 jogos como treinador na primeira divisão, numa entrevista ao Jornal i publicada em 19 de Fevereiro de 2011 afirmou: ”A Associação Académica de Coimbra é uma coisa fantástica. Uma experiencia de vida extraordinária, cheia de valores individuais cativantes e brilhantes”.
Mário Wilson foi, indiscutivelmente, uma das personalidades mais marcantes do futebol português nos últimos 50 anos.



O célebre "canelão": estreia com a camisola da Académica em 7 de Outubro de 1951

 
Época de 1954-55
 
Época de 1955-56
 
 
Jogo contra o Belenenses (18 de Setembro de 1955)

 
Época de 1955-56
 
 
Época de 1956-57
 
Época de 1957-58
 
Época de 1958-59
 
 
Época de 1960-61
 
Época de 1961-62
 
 
Época de 1962-63
 
 
Treinador a partir da época de 1964-65
  


Equipa vice-campeã nacional na época de 1966-67
 
Equipa  finalista da Taça de Portugal (9 de Julho de 1967)
 
 
Biografia de Mário Wilson apresentada em 2012
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Quo vadis Académica?



A Académica vive um momento crítico no plano desportivo e financeiro a que se juntou um período eleitoral que tem tanto de exotérico e burlesco como de preocupante.
Termina hoje o prazo para a apresentação de candidaturas ao próximo acto eleitoral e, concomitantemente, acaba a “noite das facas longas” iniciada na primeira semana de Novembro de 2015. Recorde-se que no final de Outubro tinha sido entregue ao Presidente da A.G. um requerimento que solicitava a convocação de uma A.G. Extraordinária para a destituição da direção que dias mais tarde foi retirado por alguns dos subscritores com a anuência do Presidente da A.G., sendo que outros, entre os quais o primeiro subscritor, discordaram publicamente dessa decisão.
Seguiu-se, durante meses, um processo kafkiano que acabou por gerar a única lista candidata a todos os órgãos sociais, que constitui o produto final de uma série de desavenças, traições, vinganças e cisões que ocorreram durante a “noite das facas longas”.
Uma lista que surge liderada pelo mais improvável, menos experiente e pouco ou nada interventivo na vida da Académica de todos os putativos candidatos e composta por elementos que carecem de experiencia, afirmação e maturidade.
O que pensa e o que pretende para a Académica o candidato a Presidente da Direção? Qual projecto a curto e médio prazo? Que fontes de financiamento tem asseguradas? Como tenciona resolver o problema de liquidez que se coloca no imediato? Como vai colmatar a redução significativa das receitas? Que dependências existem em relação a alguns empresários? Estas são algumas das perguntas que exigem, da parte de quem se propõe dirigir os destinos da Académica, respostas claras, inequívocas e transparentes!
Num momento em que era indispensável união e solidariedade entre todos para ultrapassar a difícil situação em que nos encontramos prevaleceram, em detrimento da Académica, o sectarismo e os narcisismos pessoais.
Quo vadis Académica!

 

terça-feira, 17 de maio de 2016

Para reflexão dos sócios




A despromoção da Académica criou uma situação dramática não só no plano desportivo como no financeiro.
Às debilidades financeiras resultantes de um passivo significativo juntam-se necessidades imediatas/curto prazo relacionadas com dividas à Autoridade Tributária e à Segurança Social, reforma de letras, rescisões de contratos com muitos dos actuais 17 jogadores que têm vínculo contratual até 2017, redimensionamento da estrutura que conta com um número excessivo de funcionários e construção de uma equipa minimamente competitiva para disputar a 2ª Liga mesmo que não seja com o objectivo de subir na próxima época.
Acresce que a partir de 30 de Junho os cofres deverão ficar vazios porque cessa o contrato de cedência dos direitos televisivos e a maioria dos contratos com patrocinadores. 
Em contrapartida, as receitas vão diminuir drasticamente, particularmente o retorno dos direitos televisivos, que constituíam, até agora, o principal suporte orçamental, dos contratos publicitários e da bilhética, sobretudo porque na 2ª Liga não há jogos contra o Benfica, Sporting e Porto. Não andaremos muito longe da realidade se apontarmos para uma redução nas receitas da ordem de dois a dois milhões e meio de euros!
Como e onde se vai buscar dinheiro que proporcione, no imediato, liquidez e que durante a época minimize a redução significativa das receitas, já que a redução de despesas com jogadores e funcionários e a contenção e racionalização dos gastos ajuda mas não será suficiente?
Tarefa muito difícil que exige experiencia, engenho, credibilidade, coragem e grande capacidade de “net working” para encontrar parceiros que estejam dispostos a ajudar porque acreditam na capacidade e potencialidades da marca Académica.
Os sócios terão a última palavra quer na Assembleia Geral do próximo dia 19 quer no acto eleitoral marcado para o dia 11 de Junho.
É imprescindível, por isso, que os sócios tenham consciência que estamos numa situação de emergência e que todos não somos muitos para a enfrentar. Não é o tempo para posições sectárias ou guerras fratricidas, mas é a hora de conciliar e não de segregar, de agregar e não de dividir, de procurar soluções e não de inventar mais problemas. Só unidos e solidários conseguiremos ultrapassar esta situação.
Em nossa opinião, após a demissão da direção este processo não foi conduzido da melhor maneira. A marcação imediata de eleições foi um acto precipitado que não teve em conta nem a complexidade de problemas desportivos e financeiros que se vão colocar à nova direção nem a escassez de tempo que ela terá para os resolver.
Pensamos que a nomeação de uma Comissão Administrativa teria sido a solução que, neste momento, melhor defenderia os interesses da Académica. Desde logo porque sendo nomeada na Assembleia de 19 de Maio disporia de 41 dias até ao início da época enquanto a direção que vier a ser eleita, apenas, terá 18 dias. Depois porque sendo uma comissão de gestão com caracter transitório (4 a 6 meses) seria previsível que se pudesse constituir um elenco agregador, credível e suficientemente forte para enfrentar este primeiro embate. Finalmente, porque a marcação das eleições para uma data posterior daria mais tempo para o aparecimento de projectos credíveis e sustentáveis.
Pelo futuro da Académica desejo que não nos venhamos a arrepender por não ter sido nomeada uma Comissão Administrativa.

 

 

 

 

 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

E depois do adeus


 
A demissão da Direção foi a primeira consequência da despromoção da Académica para a segunda liga.
É verdade que o ambiente estava, desde há muito, irrespirável, é verdade que a 24 de Outubro foi anunciado a antecipação das eleições para o final da época, é verdade que as divergências no seio da Direção eram conhecidas, é verdade que o Presidente demissionário estava, cada vez mais, isolado, mas não é menos verdade que foram os resultados desportivos que acabaram por desferir a “machadada” final.
A história desta época desportiva é incompreensível e prova o desnorte que se instalou no seio da direção. Os sucessivos erros cometidos ilustram o amadorismo, a displicência e, mesmo, a irresponsabilidade que caracterizaram a gestão desportiva da Académica.Desde a estruturação inicial do plantel (fraco e limitado), à manutenção até à quinta jornada de um treinador que não obteve um único ponto substituído por outro sem experiencia nem qualidade, até à recusa em reforçar criteriosamente a equipa no mercado de Janeiro, um pouco de tudo se registou nesta cronologia que tinha todos os condimentos para terminar em tragédia.
Infelizmente, também, falhou o que em muitas das últimas 14 épocas permitiu a manutenção na 1ª Liga: não houve duas equipas piores classificadas nem ocorreu nenhum “milagre”!
Independentemente do juízo de valor que cada um possa fazer sobre os mandatos do Presidente demissionário impõe-se, em nome da verdade factual, reconhecer o que de positivo foi alcançado, nomeadamente 14 anos de permanência sucessiva na 1ª Liga, sequência, apenas, superada pela de 1949 a 1972, conquista, 73 anos depois, da Taça de Portugal, participação meritória, após um interregno de 41 anos, nas competições europeias e a construção da Academia Briosa XXI.
Em contrapartida, reconfirmou-se que a sucessiva renovação dos mandatos acaba por conduzir a lideranças autoritárias, discricionárias e pouco clarividentes, ocorrendo, não raras vezes, um processo de enquistamento progressivo que as torna, progressivamente, mais displicentes, ineficazes e, tendencialmente, autistas.
São disto exemplo o distanciamento em relação aos sócios e adeptos, a incapacidade para fazer pontes com a cidade, a academia e a região, a impotência para promover a Instituição e potenciar os seus êxitos, o diálogo difícil ou, mesmo, inexistente com outras instituições e agentes desportivos, a ausência de uma política solidamente estruturada para a formação e prospeção, a falta de motivação para implementar uma gestão desportiva ambiciosa e sustentável ou a falta de vontade para redimensionar e requalificar a estrutura sobredimensionada do OAF.
Chegou a hora de mudar, mas assumir os destinos da Instituição nesta fase é uma tarefa ciclópica e não é para todos. Não basta ser uma personalidade afável e um academista dedicado e voluntarioso. É indispensável um projecto realista, consistente e sustentável protagonizado por alguém experiente, credível, determinado e com capacidade de “net working” para promover, dinamizar e potenciar a marca Académica.
Só assim será possível materializar, com sucesso, o pensamento subjacente às palavras de Agustina Bessa Luís quando escreveu “o que resta é sempre o princípio feliz de alguma coisa”.

 

 

 

 

 

domingo, 3 de abril de 2016

Acuso os responsáveis!


 
Passaram 24 horas e não consigo libertar-me da tristeza e frustração que me invadiu nem conter a raiva contra os responsáveis por este estado de espirito.
Tristeza e frustração porque pressinto que após a derrota com o Arouca a despromoção é, praticamente, inevitável. Depois de quinze épocas consecutivas na primeira liga perspetiva-se um futuro muito cinzento no plano desportivo e financeiro. A queda para a segunda liga é a “descida ao inferno”. A porta de saída pode demorar anos a abrir-se!
Raiva contra a gerência da SDUQ, porque a tragédia que se vai abater sobre a Académica é consequência de uma gestão desportiva incompetente, irresponsável e danosa. 
Acuso a gerência da SDUQ na sua totalidade e não apenas o Presidente da Direção e Gerente da SDUQ ,porque apesar deste ser o primeiro e principal responsável por tudo o que aconteceu não é, no entanto, o único. Na verdade, não se podem nem devem escamotear as responsabilidades que têm de ser assacadas aos restantes elementos da gerência que foram coniventes, quanto mais não seja por omissão, nas decisões que nos conduziram a esta situação.
Os erros cometidos ao longo da época foram muitos e provam à saciedade o amadorismo, a impreparação e, nalguns casos, a irresponsabilidade da gerência da SDUQ.
Comecemos pelo princípio. A continuidade de José Viterbo como treinador seria muito difícil de evitar não só em virtude do clima emocional e de gratidão que se criou à sua volta, mas, também, pela sua identificação e cumplicidade com uma parte significativa dos adeptos. No entanto, depois de uma pré-época desastrosa que não deixava antever nada de bom, manter José Viterbo como treinador até á 5ª jornada sem ter conquistado nenhum ponto e com a equipa a praticar um futebol de péssima qualidade foi um erro gravíssimo.
Depois, seguiu-se a formação do plantel que deixou, desde logo, muitas dúvidas e parecia augurar que a história não iria ter um final feliz. De quem foi a responsabilidade? Em nossa opinião tem ser partilhada entre a gerência da SDUQ, o director desportivo e o treinador. Não colhe o argumento que as escolhas não eram as opções do treinador ou do diretor desportivo. Se não eram só lhes restava uma atitude coerente: demitirem-se e não terem começado a época!
A 20 de Setembro, após a quinta derrota consecutiva, José Viterbo demite-se. Nove dias mais tarde é anunciado o nome do novo técnico: Filipe Gouveia antigo adjunto de Pedro Emanuel e na altura treinador do Santa Clara que era o 9º classificado da 2ª Liga.
Uma escolha que constituiu uma surpresa, sobretudo, porque Filipe Gouveia era um treinador sem qualquer experiencia de primeira liga e ia assumir uma equipa desmotivada, desarticulada, muito limitada e com zero pontos. Seria um novo "erro de casting"? Infelizmente parece que as previsões mais pessimistas se confirmaram.
Aos adeptos, restava, ainda, uma derradeira esperança: a recomposição da equipa no mercado de Janeiro. No entanto, as opções da gerência da SDUQ foram lamentáveis e, sobretudo, irresponsáveis.
Com uma equipa, que já enfrentava o espectro da despromoção, a necessitar de reforços consistentes que permitissem encarar a segunda metade do campeonato com outra segurança, o que fez a gerência da SDUQ? Contratou, por empréstimo, um jovem lateral-esquerdo cedido pelo Porto e um avançado, que pouco tem jogado, pertencente ao Guimarães B!!!
Foi a “cereja no topo do bolo”. A juntar aos sucessivos erros cometidos desde a pré-época a gerência da SDUQ prescindiu, objetivamente, do mercado de Janeiro e deu a “machadada final” nas aspirações da Académica e na esperança dos adeptos. Entre aumentar a despesa mas reforçar com critério a equipa ou, pelo contrário, correr o risco de algum desequilíbrio financeiro ou diferir o pagamento das prestações da alegada divida ao Presidente, a gerência da SDUQ optou por abrir as portas da segunda liga à Académica!
Nunca lhes perdoarei tanta incompetência e irresponsabilidade!

 

 

 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A propósito do mercado de transferências


 
Três notas finais sobre o mercado de Janeiro.

1 - Como se pode constatar no quadro abaixo, a grande maioria dos clubes em melhor posição classificativa que a Académica procuraram ajustar os planteis neste mercado de Janeiro. Desconhecemos a qualidade de muitos dos jogadores contratados, quantidade não é sinónimo de qualidade, mas foi evidente um esforço das Direções desses clubes para tentarem melhorar as  respectivas equipas.
 
 
2- No jornal Jogo Online escreve-se: “ Com cinco entradas no plantel, o Vitória (Guimarães) acabou por não gastar muito dinheiro com os reforços. Isto porque Oriol Rosell, João Teixeira, Victor Andrade e Hurtado chegam por empréstimo e sem custos de transferência, apesar de haver gastos com salários, embora parciais. Francis foi o único caso a exigir intervenção financeira.”
A isto chama-se saber gerir. A propósito, dois destes jogadores emprestados pelo Benfica (João Teixeira e Vitor Andrade) foram referenciados como fazendo parte do negócio da hipotética, mas não consumada, transferência do júnior da Académica Xavi para o Benfica. Xavi acabou por ser negociado com o Porto.
 
3 - O site MaisFutebol noticiou que o avançado Bilel do Sporting da Covilhã tinha tudo acordado com a Académica para se mudar para Coimbra até final da temporada, mas o negócio terá abortado porque a inscrição não entrou a tempo na liga! Será verdade? Não sabemos, mas o que é verdade é que o nome de Bilel na passada segunda-feira já não figurava na lista de jogadores do Covilhã que constam do site oficial deste clube.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Estão a gozar com os adeptos?


 
A Académica está neste momento (20ª jornada) nos lugares de despromoção, com o mesmo número de pontos do Boavista, menos três que o Moreirense e Nacional e menos quatro que o Marítimo. Faltam 14 jornadas para terminar o campeonato e o calendário da segunda volta é complicado: jogos em casa: Nacional, Rio Ave, Guimarães, Estoril, Benfica, Porto e Braga; jogos fora: Boavista, Marítimo, Moreirense, Arouca, Belenenses, União da Madeira e Tondela.
Comparativamente com a época passada ocupamos o mesmo lugar na tabela classificativa (17º), temos mais três pontos e uma diferença pontual para o 16º idêntica. Todavia, há uma “pequena diferença”: na época transacta o calendário da 2ª volta relativamente aos jogos em casa, era, teoricamente, bastante mais acessível. Dir-se-á: é preciso pontuar fora! Com certeza, mas o problema é que até agora em 10 jogos fora a Académica só fez dois pontos, um empate no Estoril e outro em Guimarães! 
Mais um ano e a calculadora teima em não nos largar!
A planificação da actual época desportiva, qualquer que seja a perspectiva de análise, foi, mais uma vez, lamentável, mas o que se passou no mercado que ontem encerrou não foi melhor!
Em 7 de Dezembro num post intitulado “Carta Aberta ao Presidente da Direção da AAC/OAF” alertámos para a necessidade de minimizar as consequências dos erros cometidos e escrevemos que, mais uma vez, fruto da ausência de uma gestão desportiva competente e criteriosa, o mercado de Janeiro surge como a “bóia de salvação” para compensar os sucessivos erros cometidos, não só nesta época como em anteriores temporadas.
A actual classificação,   as carências evidenciadas e  a falta de qualidade do futebol praticado, exigem que em Janeiro se contratem verdadeiros reforços, isto é jogadores com potencial para serem titulares. Contratar jogadores  de nível semelhante aos que já integram o plantel será mais um acto de gestão falhado e potencialmente danoso.
Pelo contrário, optar pela qualidade, mesmo assumindo algum risco no plano financeiro,   minimizará a margem de erro,  diminuindo  a probabilidade de insucesso, pressuposto essencial  para evitar a queda no abismo. E o abismo, leia-se a despromoção, trará um desastre desportivo e financeiro irremediável e irreparável. 
E o que aconteceu nesta janela de mercado? Contrataram-se, por empréstimo, dois jogadores: Rafa Soares, jovem com qualidade oriundo do Porto B, que entrou directamemte para a equipa e Gui proveniente do Guimarães B.
E o resto? Fica para o ano?
Numa equipa com escassez de elementos de qualidade nalguns sectores, pouco intensa, desequilibrada e que se encontra em penúltimo lugar, era obrigatório tê-la reforçado, criteriosamente, em posições-chave. Estão a gozar com os adeptos?