Pensar a Académica começa a publicar a partir de hoje coleções de cromos de equipas da Académica das
últimas décadas.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
O Palmarés da Académica
PRESENÇAS EM PROVAS NACIONAIS
I Liga / I Divisão: 63
presenças Melhor
Classificação: 2.º lugar (1966/67)
II Liga / Divisão Honra: 10 presenças Melhor Classificação: 2.º lugar (2001/02)
II Divisão: 8 presenças Melhor Classificação: Campeão (1948/49 e 1972/73)
Taça de Portugal: 75 presenças Melhor Resultado: Vencedor (1938/39 e 2011/12)
Supertaça: Finalista (2012/13)
Campeonato de Portugal: 13 presenças Melhor Classificação: Finalista (1922/23)
Taça da Liga: 8 presenças Melhor Resultado: Meia-final (2009/10)
PRESENÇAS EM PROVAS INTERNACIONAIS
II Liga / Divisão Honra: 10 presenças Melhor Classificação: 2.º lugar (2001/02)
II Divisão: 8 presenças Melhor Classificação: Campeão (1948/49 e 1972/73)
Taça de Portugal: 75 presenças Melhor Resultado: Vencedor (1938/39 e 2011/12)
Supertaça: Finalista (2012/13)
Campeonato de Portugal: 13 presenças Melhor Classificação: Finalista (1922/23)
Taça da Liga: 8 presenças Melhor Resultado: Meia-final (2009/10)
PRESENÇAS EM PROVAS INTERNACIONAIS
Taça das Taças: 1
presença (1969/70) Melhor
Resultado: quartos-de-final (1969/70)
Taça UEFA / Liga Europa: 3 presenças (1968/69,1971/72 e 2012/13)
Taça UEFA / Liga Europa: 3 presenças (1968/69,1971/72 e 2012/13)
DADOS
DA PRIMEIRA DIVISÃO
Total de jogos: 1.670
Total de vitórias: 511
Total de empates: 377
Total de derrotas: 782
Total de golos marcados: 2.314
Total de golos sofridos: 2.943
Melhor classificação: 2.º (1966/67)
Pior classificação: 18.º (1998/99)
Campeonato com mais pontos (vitória a 2 pontos): 40 (1966/67)
Campeonato com mais pontos (vitória a 3 pontos): 39 (2005/06, 2008/09)
Campeonato com menos pontos (vitória a 2 pontos): 3 (1934/35, 1935/36)
Campeonato com menos pontos (vitória a 3 pontos): 21 (1998/99)
Campeonato com mais golos marcados: 77 (1941/42)
Campeonato com mais golos sofridos: 113 (1947/48)
Campeonato com menos golos marcados: 13 (1935/36)
Campeonato com menos golos sofridos: 18 (1966/67)
Campeonato com melhor diferença de golos: +32; 50 -18 (1966/67)
Campeonato com pior diferença de golos: -78; 35 -113 (1947/48)
Maior goleada obtida: 11-0 com o Caldas (1958/59)
Maior goleada sofrida: 2-15 com o Belenenses (1944/45)
Total de jogos: 1.670
Total de vitórias: 511
Total de empates: 377
Total de derrotas: 782
Total de golos marcados: 2.314
Total de golos sofridos: 2.943
Melhor classificação: 2.º (1966/67)
Pior classificação: 18.º (1998/99)
Campeonato com mais pontos (vitória a 2 pontos): 40 (1966/67)
Campeonato com mais pontos (vitória a 3 pontos): 39 (2005/06, 2008/09)
Campeonato com menos pontos (vitória a 2 pontos): 3 (1934/35, 1935/36)
Campeonato com menos pontos (vitória a 3 pontos): 21 (1998/99)
Campeonato com mais golos marcados: 77 (1941/42)
Campeonato com mais golos sofridos: 113 (1947/48)
Campeonato com menos golos marcados: 13 (1935/36)
Campeonato com menos golos sofridos: 18 (1966/67)
Campeonato com melhor diferença de golos: +32; 50 -18 (1966/67)
Campeonato com pior diferença de golos: -78; 35 -113 (1947/48)
Maior goleada obtida: 11-0 com o Caldas (1958/59)
Maior goleada sofrida: 2-15 com o Belenenses (1944/45)
JOGADORES E TREINADORES
Jogador com mais jogos (total): Miguel Rocha, 455
Jogador com mais jogos na I Divisão: Gervásio, 329
Jogador com mais jogos na I Divisão: Gervásio, 329
Jogador mais vezes capitão de equipa (total): Gervásio, 284
Melhor marcador de sempre:
Bentes, 167 golos
Melhor marcador na I Divisão: Bentes, 134 golos
Melhor marcador na I Divisão: Bentes, 134 golos
Treinador com mais
jogos (total): Mário Wilson, 237
Treinador com mais jogos na I Divisão: Juca, 160
Treinador com mais jogos na I Divisão: Juca, 160
domingo, 26 de julho de 2015
Viagem no Tempo - Época 2012-13
Final da Supertaça Cândido
Oliveira
No
dia 11 de Agosto de 2012 disputou-se no Estádio Municipal de Aveiro a final da
Supertaça Cândido de Oliveira entre a Académica (vencedora da Taça de Portugal)
e o Porto (campeão nacional). O Porto conquistou o troféu ao derrotar a
Académica por 1-0, com um golo de Jackson Martinez obtido ao minuto 90.
Vídeo da final da Supertaça
Participação na Liga Europa
Quarenta
e um anos após a última participação a Académica voltou às competições
europeias disputando a fase de grupos da Liga Europa integrando o grupo B.
Derrota (3-1) e empate (1-1) com o Viktoria Plzen, empate (1-1) e derrota (2-0)
com o Hapoel Tel Aviv, derrota (2-1) e vitória (2-0) com o Atlético de Madrid,
totalizando cinco pontos e obtendo o terceiro lugar do Grupo.
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| Académica - Hapoel |
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| Académica -Plzen |
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| Académica - Atlético Madrid |
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| Coreografia da Mancha Negra no jogo com o Atlético de Madrid |
Ao
longo de seis meses publicámos 16 posts intitulados Viagem no Tempo nos quais
procurámos recuperar os aspectos mais relevantes da História do Futebol da
Académica desde 1913, ano do primeiro título oficial conquistado pela
Académica, até à época 2012-13 em que pela primeira vez na sua história a
Briosa participou na Supertaça Cândido de Oliveira e regressou às competições
europeias.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Viagem no Tempo - O Sonho de Gerações
A
época de 2011-12 foi das mais atípicas na História do Futebol da Académica. Na
Liga, após uma época extremamente irregular, a manutenção só foi alcançada na última
jornada. Nesta mesma jornada a Académica assegurou, também, a participação na 2ª
pré - eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga Europa, já que os clubes
que, face à classificação obtida na Liga, teriam direito a esta participação
não se tinham inscrito na competição.
Na
Taça de Portugal a Académica eliminou, sucessivamente, o Oriental (1-0), Porto
(3-0) Leixões (5-2), Aves (3-2) e Oliveirense (1-0 e 2-2), alcançando a final.
No
dia 20 de Maio de 2012 disputou-se no Estádio do Jamor a final da Taça de
Portugal entre a Académica e o Sporting. Num estádio com lotação esgotada,
sendo que cerca de metade eram adeptos da Briosa, a Académica venceu por 1-0, golo
de Marinho aos 3 minutos, conquistando 73 anos depois a segunda Taça de
Portugal da sua história. O Sonho de
Gerações tinha-se concretizado.
Quinze mil academistas vibraram no estádio
As equipas
O golo do Marinho
A consagração
Os heróis
Os dois heróis entre os heróis
A festa em Coimbra
As primeiras páginas da imprensa desportiva do dia seguinte
Dois vídeos para recordar uma tarde mágica e uma noite de festa
Golo do Marinho (imagens da RTP com relato da RUC)
A festa em Coimbra
Golo do Marinho (imagens da RTP com relato da RUC)
A festa em Coimbra
domingo, 12 de julho de 2015
Viagem no Tempo: 2002-03 a 2010-11, nove épocas, oito momentos
Época de 2002 - 03
Em
23 de Agosto de 2002 a Académica estreou-se, de novo, na 1ª divisão (derrota
com o Sporting por 1-0) iniciando um ciclo que já vai em 14 épocas consecutivas no
principal escalão do futebol português.
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Equipa de 2002-03 – De pé: Valeri, Pedro Roma, Dino, Dyduch,
João Campos, Nuno Miranda. Á frente: Paulo Adriano, Marinescu, Tó Sá, Vital, e
Pedro Hipólito.
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Época de 2003 - 04
Em
29 de Outubro de 2003 realiza-se o primeiro jogo oficial no renovado Estádio
Cidade de Coimbra tendo a Académica perdido por 3-1 com o Benfica.
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29 de Outubro de 2003 – Primeiro jogo oficial no renovado
Estádio Cidade de Coimbra.
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Época de 2007 - 08
Em
15 de Dezembro de 2007 é inaugurada a Academia Dolce Vita, que passou a ser a
estrutura sede do futebol da Académica.
Época de 2008 - 09
Em
18 de Janeiro de 2008 é apresentado no Estádio Cidade de Coimbra o livro
Académica - História do Futebol da autoria de João Mesquita e João Santana. Uma
obra notável, que em 2011 foi objecto de uma 2ª edição revista e actualizada,
na qual se conta em 753 páginas a História da Briosa desde os seus primórdios
até à época de 2010-11.
Na época de 2008-09 a Académica, orientada por Domingos Paciência, obtêm a melhor classificação dos últimos 25 anos na primeira liga, 7º lugar com 39 pontos, apenas igualada pela classificação alcançada em 1984-85, também o 7º lugar mas com 29 pontos.
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Equipa de 2008-09 – De pé: Peskovic, Amoreirinha, Saleiro,
Cris e Orlando. À frente: Tiero, Pedrinho, Nuno Piloto, Pedro Costa e Miguel
Pedro.
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Época de 2009 - 10
A
Académica atinge a meia - final da Taça da Liga tendo sido eliminada pelo Porto
ao ser derrotada por 1-0 em 18 de Fevereiro de 2010 no Estádio do Dragão.
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Equipa de 2009-10 – De pé: Barroca, Éder, Hélder Cabral,
Luís Nunes, Nuno Coelho e Berger. À frente: Sougu, Pedro Costa, Pedrinho,
Tiero, e André Fontes.
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Meia - Final da Taça da Liga – Dois mil adeptos apoiaram a
equipa no Estádio do Dragão.
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Época de 2010 - 11
Nesta
época a Académica alcança a meia - final da Taça de Portugal tendo sido
eliminada pelo Vitória de Guimarães: derrota por 1-0 em Guimarães a 3 de
Fevereiro de 2011 e empate em Coimbra, 0-0, a 27 de Março de 2011.
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Apresentação da equipa para a época de 2010 -11
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Equipa de 2010 -11 – De pé: Peiser, Nuno Coelho, Miguel
Fidalgo, Diogo Melo, Amoreirinha e Orlando. À frente: Sougu, Diogo Gomes,
Pedrinho, Diogo Valente e Grilo.
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domingo, 5 de julho de 2015
Como vai ser a próxima época?
1 - A
pré-época da Académica arranca na próxima segunda-feira sob o signo do clube
estar impedido, por decisão da Comissão Executiva da Liga, de registar
contratos de trabalho desportivo por falta de apresentação de certidões de não
divida à Autoridade Tributária e à Segurança Social. Aguardemos os próximos episódios.
2 - A
equipa da época anterior foi uma das piores, senão a pior, da última década. Dos
jogadores que saíram um deles, Ricardo Esgaio, foi um dos melhores, senão o
melhor, jogador da Académica da segunda volta. Marcos Paulo, apesar de alguma
irregularidade exibicional, era um elemento que dava consistência ao
meio-campo. Dos que ficaram, Marinho e Makonda vão continuar em recuperação,
provavelmente, até Outubro.
As
quatro contratações já anunciadas serão, em quantidade e qualidade, suficientes
para mudar o paradigma da época anterior? Temos
muitas dúvidas.
Gonçalo
Paciência e Gelson Martins serão emprestados, respectivamente, pelo Porto e
Sporting? Oxalá.
3 - A
actual equipa técnica fez um trabalho notável entre a 22ª e a 27ª jornada da
última época. As últimas sete jornadas deixaram muito a desejar, tanto no plano
dos resultados como no exibicional.
Conseguirá
esta equipa técnica, sem os estímulos emocionais e motivacionais que rodearam a
sua entrada em funções, construir, enquadrar e liderar uma equipa competitiva? Não sabemos.
4 - No
plano organizacional parece que tudo continua na mesma. A figura de um
“team-manager”, indispensável no futebol de alta competição, não existe. E o
Director Desportivo assumirá, de uma vez por todas e em pleno, as suas funções?
Duvidamos.
5 - O Departamento
Médico, que desde o falecimento do saudoso Dr. José Barros parece debater-se
com múltiplos problemas, foi reorganizado e requalificado? Supomos que não
6 - O que
vai acontecer, a curto prazo, à actual Direção, particularmente ao Presidente? Os
sócios aprovaram em 17 de Fevereiro uma moção de censura ao Presidente. Em
resposta José Eduardo Simões disse que iria reflectir sobre o resultado da
votação.
Quatro
meses e meio depois nem o Presidente comunicou que ilações tirou da sua suposta
reflexão nem os proponentes da moção exigiram uma resposta. De um lado e doutro
reina um silêncio ensurdecedor, que se manteve no Conselho Académico e na
Assembleia Geral que se realizaram após o final da época desportiva, isto é
quando a manutenção já estava garantida!
Esta
situação recorda-me as célebres palavras proferidas em Novembro 1975 por um antigo
primeiro-ministro português quando discursava durante uma manifestação e
rebentaram granadas de fumo: “Calma,
tenham calma. O povo é sereno. É só fumaça!”
7- Em conclusão, sem
querermos assumir o papel de “profetas da desgraça” estamos pessimistas e
tememos pelo que possa acontecer, no plano desportivo, na próxima época.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
A Académica, as assistências e o bairrismo!
Na
época 2014-15 dos 17 jogos efectuados pela Académica no Estádio Cidade de
Coimbra apenas dois integraram o lote dos 100 jogos com maior assistência da
Liga Portuguesa: Académica - Sporting (57º lugar do ranking) e Académica -
Benfica (75º lugar).
Apenas
estes dois desafios tiveram mais de 10.000 espectadores enquanto os restantes
15 não ultrapassaram 7.200. Destes 15 jogos apenas 2 tiveram mais de 5.000
espectadores enquanto 6 não ultrapassaram 3.000.
Na
época de 2014-15 a média de espectadores dos jogos da Académica em casa foi de
4.666, cerca de um terço da média alcançada pelo Vitória de Guimarães e metade
da atingida pelo Braga. Esta média baixa para 3521 espectadores se retirarmos
do total acumulado da época as assistências dos jogos contra o Benfica, Porto e
Sporting.
Analisando
a evolução das médias desde a época de 2007 - 2008 verifica-se, com excepção de
ligeiras alterações que se verificaram nas épocas 2007- 08, 2008 - 09 e 2011 -
12, que a média tem-se mantido relativamente estável.
Destes
resultados importa sublinhar alguns aspectos.
Desde
logo, a média muito baixa de espectadores nos jogos da Académica no Estádio
Cidade de Coimbra, particularmente quando não se contabilizam os jogos do
Benfica, Porto e Sporting. A média sem estes três jogos traduz, com ligeiras
variações, o número de espectadores que são adeptos da Académica.
A
significativa discrepância entre a média da Académica e as registadas pelo
Guimarães e Braga e a média obtida na última época pelo Marítimo nos jogos em
casa (4.511 espectadores) que foi muito próxima da média obtida pela Académica
(4.666). Este facto é surpreendente porque, contrariamente ao que acontece com
os jogos disputados no Estádio Cidade de Coimbra, no Funchal o contributo dado
para as assistências pelos adeptos dos outros clubes, particularmente dos
chamados três grandes, é, provavelmente, menor do que acontece em Coimbra.
Invocam-se
muitas razões para justificar a diminuição do número de espectadores, fenómeno
que não é exclusivo da Académica: horários dos jogos, transmissões televisivas,
qualidade dos jogos, preço dos bilhetes e massificação dos chamados três
grandes.
Observando
os quadros não nos parece que o horário dos jogos e as transmissões televisivas
tenham uma influência decisiva. Dos 17 jogos em casa, 7 realizaram-se ao
domingo/feriado às 16/17 horas e 3 ao sábado 17/18 horas. Destes 10 jogos, 5 (4
ao domingo e 1 ao sábado) tiveram as piores assistências da época. No que se
refere às transmissões televisivas, foram transmitidos 10 jogos e destes cinco tiveram
das oito melhores assistências da época.
É
óbvio que a qualidade do futebol praticado e os resultados obtidos pela
Académica nas últimas épocas não constituem factores de atração de público. Por
outro lado, a massificação dos chamados 3 grandes é um fenómeno antigo e o
preço dos bilhetes é, no cômputo global, compensado pelas diversas campanhas de
redução de preços/ofertas de bilhetes.
Não
haverá, então, uma causa que possa explicar este afastamento da população de
Coimbra relativamente aos jogos da Académica?
Supomos
que sim. Um estudo, não recente, feito pelo Departamento de Sociologia da Universidade de
Leicester (U.K.) tem a resposta. Cerca de 50% dos inquiridos neste estudo
responderam que é o orgulho local (“bairrismo”) que os leva a apoiar o seu
clube.
.
Na realidade no futebol e, também, noutros domínios o que
falta a Coimbra é, simplesmente, orgulho local, bairrismo, amor-próprio,
autoestima!
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